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Dentista na escola: projeto Sorriso Protegido

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[et_pb_column type=”4_4″][et_pb_text admin_label=”Text”]Como já foi dito aqui no blog a ideia é compartilhar experiências que iluminem e estimulem novas parcerias entre dentistas e escolas, resultando na promoção da saúde bucal entre jovens e crianças.

Veremos a seguir o relato do projeto “Sorriso Protegido”, desenvolvido pela Dra. Andréa Dias, odontopediatra na cidade de Natal, Rio Grande do Norte.

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Dentista, você já foi à escola?

Tenho certeza que muitos leitores aqui do blog já desenvolveram ou participaram de projetos que levaram o tema saúde bucal para as escolas. Gostaria de utilizar esse post como um espaço para compartilharem suas experiências. Não apenas as ações que deram certo, mas também os erros e dificuldades que aconteceram, se foram e como foram superados. Não importa o tamanho do projeto. Se é um projeto pessoal, de uma ONG ou de uma prefeitura. Se foi realizado numa escola pública ou particular. Se você é da área odontológica ou da educação. O importante é iluminar o caminho de pessoas como a Dra. Cissa, de Goiânia, que está motivada a utilizar seu tempo e conhecimento em prol do bem-estar das crianças e da sua comunidade e ainda não sabe como fazê-lo. Quantos não estão na mesma situação, querendo participar, construir, ajudar? E quantos não estão do outro lado, esperando? Saúde e educação não podem ser linhas paralelas. E um dos objetivos do blog é esse, fazer esses dois mundos interagirem.

Participe! Seu relato pode incentivar ações onde você nem imagina. Convido vocês a dividirem o conhecimento para multiplicarmos os resultados.

“Estou querendo montar um projeto aqui em Goiânia pra levar o dentista pra escola. Não sou odontopediatra, sou na verdade endodontista e estou no momento fazendo ortodontia. Mas estou meio perdida. Quero fazer um projeto bacana pra chegar até as escolas da minha cidade, mas não sei como fazer esse projeto. Não sei onde pesquisar pra fazer uma coisa organizada. Caso consiga me ajudar, ficarei grata.”
Dra. Cissa

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Programa Saúde Bucal nas Escolas atende 77 mil alunos

Prefeitura de São Bernardo do Campo – SP
Notícias do Município
da redação
Vanessa Oliveira

 

Lançado em março deste ano, o Programa de Saúde Bucal nas Escolas, desenvolvido conjuntamente pelas secretarias de Saúde e Educação da Prefeitura de São Bernardo do Campo, em parceria com a Associação de Jovens Dentistas, já atendeu 77.505 alunos matriculados em 199 escolas e creches na rede municipal de ensino. O valor do investimento é de R$ 4,6 milhões, sendo R$ 3 milhões custeados pela Educação e R$ 1,6 milhão pela Saúde.

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O ótimo resultado do mutirão odontológico nas escolas

Ribeirão Preto – Coordenadoria de Comunicação Social

Fotos: MateusZF

Josiane Montans disse que o número de crianças enviadas para tratamento em rede municipal diminuiu devido ao trabalho preventivo

Em apresentação realizada na manhã desta quarta-feira, equipe que coordena mutirão odontológico nas escolas municipais informou que o número de crianças encaminhadas para tratamento dentário caiu 40 % em relação ao ano passado

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Andréa Imperador apresenta A Boca Mágica na cidade dos Três Reis Magos

Descobri o livro A Boca Mágica pesquisando odontopediatria na internet. Quando vi o blog, na mesma hora liguei para a Livraria Paulinas na cidade onde moro e amo: Natal. Perguntei pelo livro e não perdi tempo, no mesmo dia o comprei. Li a estória e me apaixonei! Pra quem vive contando e inventando estórias para distrair e educar crianças, o livro caiu como uma luva! Sou odontopediatra e dentista do bem. Atendo em consultório particular e desenvolvo um trabalho educativo em ambiente escolar chamado Projeto Sorriso Protegido que funciona há 15 anos em algumas escolas e creches particulares da cidade. O livro foi um presente pra mim! E pros alunos dessas escolas onde trabalho também!

No dia seguinte a compra estava marcada uma visita na Escola Primeiros Passos. Estava ansiosa para contar as crianças a estória de Lico e os três dentes magos! Afinal, estamos na cidade dos 3 Reis Magos, tem o Forte dos Reis Magos, o Pórtico dos Reis Magos…, mas, os 3 Dentes Magos ainda não tinha por aqui! A diversão estava garantida, durante toda a manhã apresentei o trabalho nas turminhas. Foi um sucesso!

Eles adoraram o Lico, a lenda dos 3 Dentes Magos, a boca-gambá e o Ácido-X. Fiquei impressionada com a habilidade, talento e sensibilidade do Ailton. O encontrei no Twitter, no Facebook… ahhh essas redes sociais são fantásticas! Contei pra ele o que tinha acontecido comigo, minhas crianças e sua criação, e já o considero um amigo! E continuo fazendo o pedido: “Por favor, nos presenteie com mais obras-primas inventadas e ilustradas por você!” Confiram como esse dia foi especial! E garanto: esse foi o primeiro dia de muitos outros que ainda terei com Lico e sua turma!

A Dra. Andréa Imperador é carioca, mas mora em Natal, cidade pela qual é apaixonada. É uma odontopediatra que tem muito orgulho em participar do projeto Turma do Bem. Gosta de cantar, dançar e ouvir música. Torce pelo ABC/RN influenciada pelo marido e pela filha. Adora moda e estilismo e seu hobby é costurar suas próprias roupas.
Site da Dra. Andréa: www.andreadias.net.br
Você também poderá gostar de ler:
“Curta” a página A Boca Mágica no Facebook e deixe o terrível Ácido X cada vez mais longe da boca das crianças. 🙂
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Thaís Duque e os trinta anjinhos

“Depois que eu conheci a história do Lico, Lucas e Neto eu me encantei pelo livro. Fiz questão de comprar pela internet e guardar essa arma para um momento oportuno. E esse momento veio mais rápido do que eu esperava: fui convidada para ser contadora dessa história num evento infantil que teria na igreja que eu freqüento, na semana do meu aniversário (quer presente melhor que esse: fazer uma coisa lúdica de uma situação que assusta muitas crianças?)

Cheguei no dia com tudo na ponta da língua e equipada: jaleco, touca, luvas, um manequim educativo para escovação e é claro, o livro. Confesso que fiquei nervosa quando vi até microfone disponível pra mim!

Sentamos as crianças no chão, todos me olhando e não entendo o que eu faria ali.

– Quem aqui já foi no dentista?”
– EEEUU!!

– E quem é que sabe o que o dentista faz?
– Cuida do dente!
– Dá injeção!

– E que roupa o dentista usa pra trabalhar?
– Uma roupa de manga grande e branca
Nesse momento eu visto meu jaleco.

– Que mais dentista usa? No cabelo ele coloca o que?
– Tia, minha mãe é dentista e coloca uma touca no cabelo
– Isso mesmo! – eu colocando uma touca

– E na mão, dentista usa o que?
– Luuuuuva!
– Isso mesmo, vcs são ótimos, sabem tudo!
Eu calço um par de luvas.

– Mas que mais o dentista faz gente?
– Arranca dente. Minha mãe arrancou um ontem, tia!
– Aahh, mas porque dentista arranca dente hein?
Silêncio total! Continuo.

– Dentista arranca dente quando ele morre. Quando a gente não cuida do dente direitinho, come um monte de doce e não escova o dente, o Ácido X vai machucando o dente até matar ele. O Lico conhece direitinho o Ácido X. Voces conhecem o Lico?
– Não!
– O Lico é um menino igual a vcs, ele tem 11 anos! Vou contar a história dele pra vcs.

Eu, juntamente com o Lico e o Tridente Celeste, conseguimos fazer quase 30 crianças ficarem interessadas em cuidar mais da saúde bucal.

Ao final da história, eu presenteei cada um com uma escova de dentes e o melhor momento do dia foi, antes de ir embora, fui ao banheiro pentear meus cabelos e vi uma das minhas crianças (se é que posso chamá-las de minhas) usando a escova que ganhou, escovando os dentes, mesmo sem creme dental e dizendo pra mim “Ai tia, eu não quero o Ácido X no meu dente não!”

Uma das melhores tardes de sábado que eu tive nos últimos tempos.”

Thaís Duque é estudante de odontologia. Está cursando o 5º período na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Futura cirurgiã buco-maxilofacial. É torcedora do Vasco da Gama e adora bater papo com os amigos até o dia raiar.


Veja quem estava impedindo a Thaís de contar essa bela história.

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Dentista na escola

Você é dentista e participa de ações de prevenção em escolas? Ou você é professor e desenvolveu atividades pedagógicas relacionadas a saúde bucal das crianças? Faça como a Dra. Lilian Guedes, de Campinas, compartilhe suas experiências com o blog. Vamos multiplicar as ações!

Dra. Lilian no colégio Crescer

Quero compartilhar neste dia,  a experiência que tive no Colégio Crescer. Foram mais de 260 crianças do maternal ao primeiro ano, durante todo o dia.
As classes revezam-se entre a aula de culinária, dentista e gincana. Por isso, quando as crianças chegavam para mim, já haviam degustado um maravilhoso brigadeiro de ovo maltine, os maiores ficaram envergonhados por ter comido o doce e principalmente a maioria por não terem escovado os dentes, risos.
Continue lendo.

Você também poderá gostar da bela história de Lico, Lucas e Neto, na UNIP

Ajude a combater o terrível Ácido X, siga A Boca Mágica no twitter. Aqui.
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A bela história de Lico, Lucas e Neto

Quando vi o trailer de A Boca Mágica fiquei encantado com as ilustrações e, assim que foi lançado, comprei o livro. Achei a história super interessante, as ilustrações eram ainda mais bonitas do que eu imaginava, mas faltava alguma coisa…

Na ultima quarta-feira (06) ocorreu o Dia da Saúde Bucal na minha faculdade, quando crianças de uma creche aqui de São Paulo, visitam a nossa clínica e passam uma tarde conosco. Passamos vídeos, ensinamos escovação, fazemos profilaxia e depois ficamos brincando e, principalmente, aprendendo com os pequenos. E foi nesse contexto que vi o que faltava pra eu conhecer o livro A Boca Mágica por completo.

 

 

Esse é Lucas, meu grande pequeno paciente. Ele tem 5 anos, mora “ali”, gosta do desenho do Ben 10 (mas não tem nada contra o pica-pau) e estava morrendo de sono, porque ficou até tarde vendo a novela com a mãe. E foi esse brilhante jovem o responsável pelo meu aprendizado do dia. Perguntei:
    – Lucas, você gosta de ler? Espera, você sabe ler? Você gosta de livro? – realmente eu não fazia ideia de como iniciar essa conversa literária.
– É, eu não sei ler, mas minha mãe lê pra mim. – mais esperto que eu, Lucas conseguiu estabelecer contato.
    E foi nesse momento que tirei da minha mochila o livro. Lucas soltou o lápis e o desenho que estava pintando, pegou o livro com ar de espanto, olhou pra capa por uns 5 segundos sem falar nada. Apenas olhava, sem demonstrar nenhum interesse, avaliava calmamente. Um daqueles clássicos momentos em que prendemos a respiração de tão tensos que ficamos e só voltamos a respirar quando ele fala:
    – Tio, lê pra mim.

– Claro.

Comecei a contar a história de Lico e seu doloroso dente. A ida ao dentista, a boca, os dentes falando com ele. Lucas ficou inconformado:
    – Tio, o Ácido X mata o dente?
– Ele primeiro machuca o dente Lucas, e vai machucando aos poucos, e se o dono do dente não fizer nada, o ácido X mata o dente.
Mais um momento de silêncio. Lucas pensou, pensou e disse:
– Mas o Ácido X não vai matar meu dente não né, tio?
– Você tem cuidado do seu dente direitinho? Escovado, deixando-o bem limpo, sem sujeira?
    Espantado Lucas responde:
    – Tenho, tenho, tenho sim, tio.
    – Ah, então o Ácido X não vai poder fazer nada com seu dente! Você é um rapaz responsável, cuida direitinho do seu dente, não?
Continuamos a história e novas perguntas surgiram:
    – Tio, meu dente de leite morreu por causa do ácido X ? Por isso que ele caiu?

– Dente sem alma? Ele morreu também? Foi o ácido X?
– Tio, eu vou ter que colocar um dente sem alma aqui (apontando pra janelinha nos incisivos)?
Perguntas feitas, respostas dadas e a história chega ao fim. Fechei o livro e olhei pro Lucas. Lá estava ele: sério, pensativo, olhando para o livro fechado. Realmente, esse pequeno sabe fazer uma pausa dramática como ninguém. E, finalmente é o momento do meu aprendizado. Ele olha pra mim, sorri e diz:
    – Gostei, tio!
Era isso que faltava. Por mais que eu tenha me encantado com o A Boca Mágica, por mais que tenha lido várias vezes, buscando avaliar cada detalhe, eu ainda não tinha visto o livro pelo olhar de uma criança. Ver a empolgação de Lucas com a história, as dúvidas que surgiam e as perguntas que ele fazia, a revolta com a morte dos dentes e a preocupação com os próprios dentes. Tudo isso me encantou muito, me encantou mais do que o livro, mais que as ilustrações e a história do Lico.
    E é por isso que estou aqui, dando os Parabéns ao Ailton por conseguir escrever duas histórias em A Boca Mágica. A história do Lico e a história do Lucas. E sei que será assim, cada vez que eu ler essa história para uma criança sempre terá uma nova história sendo contada. Obrigado por proporcionar tantas emoções e um aprendizado maravilhoso.


Neto Miná, baiano, há um ano e meio em São Paulo, onde cursa odontologia na Universidade Paulista, UNIP. Apaixonado por saúde coletiva, voluntário do Banco de Dentes Humanos e estagiário do Ortoblog.

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