Olho por olho, dente por dente

 

Lico estava confuso. Queria saber como chegar à biblioteca do bairro. Seu tio percebendo, disse: quem tem boca vai à Roma, Lico! Eu não quero ir pra Roma, tio. Quero ir à biblioteca. Ouvindo a conversa Dona Julieta alertou: pode tirar seu cavalinho da chuva, Lico. Você não vai sozinho. Cavalinho? Nem tá chovendo! retrucou o garoto. As aparências enganam, completou ela. A confusão na cabeça do menino só aumentava. A mãe e o tio riam.

Fique tranquilo, Lico, a dúvida é o travesseiro do sábio. Eu te dou uma carona até a biblioteca e no caminho te explico o que são provérbios e ditados populares, disse o tio.

Chegando lá, Lico confirmou tudo o que seu tio lhe dissera. Leu nos livros que provérbio é um dito geral, sucinto, rico em imagens, que expressa suposta sabedoria popular. Que seus autores são desconhecidos. E que muitos ditados são repetidos desde a Idade Média.

Ao ler a frase: quem dorme no ponto, é chofer. Lico correu para terminar a pesquisa sobre higiene bucal que a professora Fátima havia lhe pedido.  E fez mais do que isso. Emprestou um livro sobre os ditos populares. Queria escrever sobre os provérbios que mencionassem as palavras bocas ou dentes.

Ele gostou tanto dessa história de provérbios que vai fazer uma coluna aqui no blog A Boca Mágica. Já tem até nome: Expressões da Boca.

Depois de saborear a sobremesa do jantar, Lico filosofou: Sabe mãe, quanto mais se vive, mais se aprende.

Ajude o Lico. Deixe nos comentários ditados populares que tenham as palavras bocas, dentes, língua, etc. “Quem espera sempre alcança.”

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